sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

Ser Descontente

Hoje escrevo para aqueles que merecem uma palavra da minha parte. Escrevo para aqueles que vivem o Sport Lisboa e Benfica da mesma forma que eu e que desejam tanto o sucesso do clube como se do seu sucesso pessoal se tratasse. Escrevo para aqueles que anseiam pela nossa vitória e não pela derrota alheia. Se te enquadras nesta descrição, escrevo então para ti benfiquista.

O Sport Lisboa e Benfica tem 111 anos de história. História esta que foi feita ao longo dos tempos pelo suor, dedicação e vontade daqueles que  representaram ou ainda representam o clube. O Benfica nasceu no povo, cresceu com ele e ainda hoje o representa. Foi assim que se tornou num clube respeitado, não só em Portugal como em todo o Mundo.

Nós, benfiquistas, tornámos o Benfica no maior clube de Portugal. Por mais que o clube mude, o que não muda são os adeptos. E a nossa prioridade como adeptos deve ser apenas uma: o sucesso do Sport Lisboa e Benfica. Qualquer que seja o adversário, o Benfica joga para ganhar. Quem joga no Benfica arrisca-se a ganhar. E acima de tudo, quem apoia o Benfica, só pensa em ganhar. E é esta nossa cultura de vitória que nos move semana após semana, jogo após jogo. É isto que nos torna grandes, diferentes dos outros. E é graças a essa grandeza do nosso clube, que não sinto qualquer necessidade de falar nos outros. Muito menos de os tentar desestabilizar. E é por esta minha maneira de ser que me entristece quando vejo alguns de vós a falar mais de outros clubes do que propriamente do nosso. Não compreendo quando dedicam mais tempo a falar de um clube que não o nosso. Que eles falem de nós, devemos estar mais que habituados, porque sempre assim foi. Agora o contrário custa-me. Custa-me porque não é essa a nossa imagem. A nossa imagem tem de ser de dedicação ao clube, de entrega e de respeito por aquilo que somos. Se não respeitarmos aquilo que somos como podemos exigir a alguém que nos respeite? Falem do nosso clube, nunca tenham vergonha de o fazer. Sejam críticos quando o devem ser e elogiosos quando o merecemos. Mas nunca sejam cobardes. Nunca usem o falhanço alheio para enaltecer as nossas conquistas. Porque o Benfica não precisa disso. O Benfica precisa de apoio, união e de querer mais. E o Benfica tem de querer sempre mais que qualquer outro. E isso começa em nós. É na massa associativa que tem de iniciar a vontade de conquista. Antes ainda dos remunerados do clube, temos de ser os primeiros a servi-lo. Servir o Benfica. E não servir-se do Benfica. Em termos de escrita pouco muda, mas a diferença é gigante. Aqueles que se servem do Benfica não merecem sequer a nossa atenção, muito menos o respeito. Mas não irei perder tempo com quem o faz. Prefiro gastar o meu tempo a servir o Benfica.

Fernando Pessoa disse um dia que "ser descontente é ser homem". E é com esse descontentamento que temos de encarar o Benfica. O nunca estar completamente satisfeito. O procurar sempre conquistas maiores. Porque a verdadeira definição de Benfica é ser descontente. É sair do estádio com um 5-0 e dizer "não se joga nada à bola". Eu sou descontente. Mas digo-o com o maior contentamento do mundo.

E Pluribus Unum.

domingo, 25 de outubro de 2015

Triste Comodismo

Hoje, senti algo que aconteceu raras vezes durante a minha vida. Acomodei-me a uma derrota do Benfica. Aliás, foi a primeira vez que aconteceu numa derrota frente ao Sporting. Porque hoje senti que merecemos perder.

Do outro lado, encontrava-se uma equipa com qualidade, muito bem organizada e que quis ganhar o jogo. Uma equipa que procurou a sorte do jogo e encontrou-a, merecidamente. Uma equipa que se esforçou e encarou o jogo com seriedade. Uma equipa que veio à Luz assumidamente para ganhar e levar os 3 pontos. Estranho para mim esta equipa ser o Sporting. Da minha parte, só tenho de dar os parabéns porque mereceram a vitória.

Do nosso lado, vi uma "equipa" que entrou bem, que até pegou no jogo nos primeiros minutos. Mas uma "equipa" desorganizada defensivamente, sem qualquer critério a defender. E uma equipa que não sabe defender não pode ser chamada de equipa. O Sporting aproveitou dois erros defensivos e ganhou uma vantagem de dois golos. É aqui que o jogo acaba. Os jogadores do Benfica não procuraram mais ganhar o jogo e acomodaram-se com o resultado. Deitaram a toalha ao chão. E isto é uma atitude que nunca, repito, nunca deve acontecer com jogadores que vestem a camisola do Benfica. Se vestem a camisola do Benfica têm de ter estofo suficiente para lidar com as adversidades. Um jogador do Benfica não pode virar a cara à luta. Não pode deixar de acreditar que é possível. Um jogador que não lute os 90 minutos pelo símbolo que traz ao peito não é digno de vestir tal camisola. E hoje, não vi ninguém em campo digno da camisola que vestia. Hoje o Benfica não soube o que era ser Benfica. E isto é algo preocupante. Algo que nos deve deixar alerta. Um jogo Benfica-Sporting deve ser encarado com a maior das seriedades e empenho. Quer queiram quer não, é o jogo que todos querem ganhar. E hoje só uma equipa quis ganhar. E ganhou.

É este comodismo que me deixa preocupado. O Benfica não pode aceitar uma derrota seja com quem for. E se for para perder que seja com dignidade. Nunca poderemos acusar a equipa de uma derrota se virmos que deixaram tudo em campo e que honraram a camisola que traziam vestida. Mas neste caso, há que apontar o dedo. O Benfica acomodou-se com uma derrota em casa frente ao Sporting. E isto deixa-me preocupado para o que aí vem da restante época. O Benfica já venceu muitas dificuldades, mas precisou de ser Benfica para as ultrapassar. E ser Benfica é muito mais que vestir uma camisola. Ser Benfica é sentir essa camisola.

E Pluribus Unum.

domingo, 26 de julho de 2015

Lima

Oficializada a transferência de Lima para o Al-Ahli, gostava de lhe deixar aqui um pequeno agradecimento. Lima vestiu durante 3 épocas a camisola do Benfica, o suficiente para merecer este agradecimento e desejo de grande sucesso para o resto da sua vida pessoal e profissional.

Durante estes 3 anos, Lima foi um dos melhores profissionais que vi ao serviço do meu clube. Foi diversas vezes criticado por não fazer golos. Golos esses que foram 70 em 3 anos. Mas Lima não se caracteriza pelos golos que faz apesar de ser um ponta-de-lança. Lima caracteriza-se por ser um trabalhador-nato, um jogador que oferece tudo o que têm à equipa, corre como ninguém para o bem da equipa. É por estas características que o admiro, e também por elas é que Lima foi peça fundamental durante estes três anos de Benfica.

Recordo-me de 3 momentos em que se provou a importância de Lima na organização do futebol do Benfica. Primeiro, no jogo do título com o Olhanense na época de 2013/2014, quando a equipa começava já a ficar nervosa por o golo não aparecer, foram dois golos de Lima que salvaram o dia e nos deram na altura o 33º campeonato. Na mesma época, na primeira mão da meia-final da Liga Europa contra a Juventus, Lima pôs o Benfica em vantagem na eliminatória fazendo o 2-1 com um golo monumental, golo esse que deu mais tarde a passagem à final da competição. Por fim, no ano passado no jogo no Dragão para o campeonato, Jesus apostou em Lima no onze em vez de Jonas, sendo criticado por muitos. Lima mostrou o porquê de ser ele a jogar e fez 2 golos na vitória por 2-0 em casa do rival directo.

Humildade, trabalho, luta, suor, dedicação, querer e vontade são algumas das palavras que podem descrevê-lo. Hoje Lima sai pela porta grande da Luz com o dever cumprido e leva com ele o meu agradecimento por ter envergado o manto sagrado com o respeito e paixão que ele merece.

Obrigado Lima!

E Pluribus Unum.

quarta-feira, 22 de julho de 2015

Pré-Época

Neste início de época, tenho andado receoso, tal como grande parte dos benfiquistas me parecem estar. Vínhamos de um período de 6 anos com o mesmo treinador, onde se solidificaram bases e onde o Benfica cresceu no panorama nacional e internacional. Fomos bicampeões passados 30 anos e, por isso, sentíamos que estávamos mais fortes que os outros rivais, que na nova época iríamos partir muito à frente deles. E com esta opinião pareciam estar todos os benfiquistas no final da época passada. Até que saiu Jesus para o Sporting.

Foi neste momento que se começou a torcer o nariz. O treinador que nos tinha dado 3 campeonatos em 6 anos sai para um rival directo, acabando com um ciclo que já todos viam como promissor. É aqui que começam muitas das dúvidas benfiquistas em relação à nova época. Será Jesus capaz de ter sucesso em Alvalade como teve no Benfica? Haverá algum treinador humilde o suficiente para agarrar o trabalho realizado durante 6 anos, conseguindo dar-lhe continuidade? Caso não consiga, teremos que começar tudo do zero? Começava a ser posto em causa o sucesso do Benfica em 2015/2016.

Iniciado o período de transferências, vimos até hoje os nossos rivais reforçarem-se em peso. Já os reforços de peso do Benfica eram Taarabt e pouco mais. Vimos Porto gastar 20 milhões num jogador, a contratar Casillas e a levar aquele que foi nosso defesa direito durante oito anos (sim, o caceteiro). No Benfica pouco se passou, algo estranho para uma pré-época do nosso clube que costumava comprar fornadas de jogadores sul americanos todos os anos. Uma abordagem diferente, criticada por muitos pois não vêem o clube activo no mercado quando seria necessário reforçar um ou outro sector.

Nesta altura da pré-época estranho em ver alguns adeptos tão pessimistas que se por eles íamos já para 2016/2017 porque este ano está perdido. Eu não consigo ver as coisas dessa maneira, por mais receoso que esteja. O Benfica é bicampeão nacional, até agora do 11 inicial tipo da época passada perdemos apenas um jogador. Não posso criticar a pouca envolvência no mercado sem ver qual vai ser o seu desfecho. Se até ao fecho do mercado o Benfica contratar 2 ou 3 jogadores essenciais para o plantel, é preferível, a meu ver, do que contratar aos 40 e daí poder tirar um ou dois.

Da minha parte, acredito no trabalho do Rui Vitória e acredito que teremos equipa mais do que suficiente para disputarmos aquele que será um dos campeonatos mais interessantes de seguir dos últimos tempos. Até lá resta esperar e acreditar que em Maio seremos felizes novamente. Porque é essa felicidade que procuramos, é essa conquista que nos move a todos. Acreditem também que nós somos parte importante na conquista de um campeonato e para podermos exigir que eles dentro do campo sejam melhores que o adversário, também nós nas bancadas temos de o ser. Juntos é sempre mais fácil.

"No Benfica qualquer treinador se arrisca a ser campeão" Mário Wilson

E Pluribus Unum.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Melhores amigos

O Benfica encontra-se no topo (juntamente com um grupo bastante restrito) das coisas que mais gosto na vida. Não das pessoas que o representam, pois sejam elas quem forem, eu irei sempre gostar do meu Benfica. É certo que, ao longo dos anos, as pessoas que o vão representando vão me marcando de uma forma ou de outra. Destes, há aqueles que ao representarem o clube criam em nós adeptos, sentimentos especiais em relação a eles, passam a ser considerados um de nós, passam a ser considerados benfiquistas. São aqueles a quem olhamos para dentro do campo e temos confiança neles para terem o manto sagrado em cima. Tal como confiamos num amigo. Aquele amigo que conheces já há algum tempo e com quem passaste momentos bons e momentos maus, com quem partilhaste os mesmos inimigos e dos quais ele tanto dizia mal, aquele amigo que dava a vida por ti. Agora esse amigo juntou-se aquele que era o inimigo comum, como se que a vossa amizade de longa data se apagasse da memória, juntamente com repúdio que tinha ao novo amigo.

Outra das coisas de que mais gosto na vida é de futebol. Sou apaixonado por futebol. Sou doente pela paixão que se gera em torno deste desporto. E uma das coisas que fui percebendo ao longo da minha aprendizagem, foi que a paixão não tem preço. É impossível de se comprar. Acho incompreensível que se perca a paixão por um clube ou porque ele ganha mais ou menos ou porque é mais ou menos rico. Aceito que um jogador seja profissional e esteja num clube a representá-lo sem ser desse clube. Não aceito que digam que são do mesmo clube que eu se realmente não o sentem. Não aceito que alguém seja "apaixonado" por um clube apenas por conveniência. A paixão, se existe, está sempre lá. Tal como nas amizades. Aquele amigo em quem confiavas, deixou de se dar contigo, agora tem um amigo novo que lhe oferece mais presentes que tu. A amizade não se compra. Tal como a paixão.

Não é por ao longo da vida termos situações em que quebram a nossa confiança que deixamos de confiar naqueles que não nos têm desiludido. Acima do Sport Lisboa e Benfica não se encontra qualquer tipo de nome ou identidade. São alguns aqueles que têm a hipótese de serem símbolos da nossa história, poucos são aqueles que têm capacidade e carácter para o serem. Eu vou continuar a confiar e a gostar do Benfica, tenha ele o dinheiro que tiver, ganhe ele muitos títulos ou poucos. Eu e os milhões de verdadeiros benfiquistas. Porque nós somos os verdadeiros apaixonados. Os melhores amigos do Benfica.


"Vestir a camisola do Benfica é uma honra para todos os jogadores. Alguns, e não são assim tantos, honram tanto a camisola como ela os honra a eles. Outros, ainda mais raros, conseguem dar mais ao Benfica do que o Benfica lhes dá. A esses, o clube ergue-lhes uma estátua à porta do estádio. É por isso que só está lá uma."

quinta-feira, 4 de junho de 2015

À frente de tudo, Sport Lisboa e Benfica

Estes últimos dois dias têm sido marcados por uma bomba inicialmente lançada pela comunicação social que se espalhou pelas redes sociais e que agora se confirma pelos clubes: Jorge Jesus não renova com o Benfica e segue para o Sporting.
No início Benfiquistas e Sportinguistas riam-se da notícia, mas com o desenrolar dos acontecimentos viram o caso a ficar sério e agora tudo pensa nos benefícios e consequências desta decisão de Jorge Jesus.
Fazendo a recapitulação dos acontecimentos, o que deu a entender que aconteceu, não podendo ser confirmado pois como é óbvio não há provas das reuniões entre LFV e Jorge Jesus, foi o seguinte: Os dois entraram em negociações para uma eventual renovação de Jesus, mas não houve conformidade na decisão. LFV queria reduzir o salário do treinador e impor o que tinha prometido aos sócios, uma maior envolvência dos jogadores da formação na espinha dorsal da equipa do Benfica, o que não agradou a Jorge Jesus (não será esta a razão que o levou a ir para o Sporting, pois este é um clube que aposta imenso na formação); Jesus começa a negociar com o Sporting até que chegam a um acordo, falado na comunicação social, de 6 milhões por ano (esta poderá ser a razão, se JJ vier de facto a receber mais dinheiro em Alvalade). Tudo isto se passa com Marco Silva ainda como técnico. Depois de negociar contrato com JJ, BdC despede o treinador alegando justa causa, a qual terá ainda de ser justificada em tribunal. Depois disto, Benfica anuncia que está à procura de novo treinador, logo as negociações para a renovação de Jesus terminaram sem efeito.

Esta pode vir a ser uma das maiores mudanças no futebol português. O Benfica que parecia estar a levar o rumo certo na estabilização de uma estratégia montada à volta de Jesus, põe fim a um ciclo de 6 anos com o mesmo treinador, vencendo 3 campeonatos e dois deles seguidos, algo que não acontecia há 30 anos. Do lado do Sporting, despede-se um treinador que parecia ter feito um bom trabalho e que levou a equipa de novo aos títulos, passado 7 anos.

Não sou hipócrita e por isso agradeço a JJ pelo trabalho feito nestes 6 anos. Errou, muitas vezes até, mas foi aprendendo com esses erros e voltou a levar o Benfica para o topo de Portugal. Não concordo com a sua decisão, considero até um ato de pouca consideração para com LFV que lhe deu um voto de confiança quando todos o queriam fora do Benfica. E depois disso voltou a vencer. Hoje, abandona a Luz para ir para um rival directo, quando tinha todo um clube a confiar nele. Confesso que sinto desiludido com esta decisão, esperava um futuro que podia ser risonho tanto para o Benfica, como para JJ. A razão é ainda desconhecida, mas, seja qual for, não vou achar compreensível. Jesus faz agora parte do passado do Benfica.

 Para o meu Benfica virá alguém com ideias novas. Alguém que deverá ter o apoio de toda a massa associativa desde o início para que, todos juntos, cheguemos ao objectivo que todos ambicionamos: o 35º campeonato. Alguém que, a partir desse momento, será o nosso treinador e, por isso, o melhor do mundo. Não pensem que será um ano fácil, longe disso.

Mas tenho a certeza que continuaremos a ser Sport Lisboa e Benfica. E é por esse nome que sofremos todos os dias, seja quais forem as caras que o representam. O Benfica, podem ter a certeza que somos nós. E sendo eu Benfica, vou acreditar sempre no seu sucesso. E é com espírito humilde mas vencedor que temos de encarar a nova época. Como alguém muito querido do nosso clube disse um dia: "Por muitos desgostos que possamos ter, valores mais altos se levantam. E o valor mais alto que se levanta em termos futebolísticos, chama-se: Benfica."

E Pluribus Unum.

Ps: Seja quem for o treinador, a supertaça não pode escapar. Alguma espécie de vingança que possa existir, só poderá ser feita dentro de campo.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Derby

Resultado mau, exibição ainda pior. É assim que se pode descrever o jogo do Benfica hoje em Alvalade. JJ apareceu para este jogo com ideias diferentes daquelas que tem tido ao longo da época, que nada de positivo trouxeram ao jogo do Benfica.
Jogar com A.Almeida e Samaris até podia,no início, parecer uma boa solução. Mas desde logo deu para perceber que não o era. Jogaram os dois lado a lado, sem que houvesse ninguém que fizesse a ligação entre o meio-campo e a linha mais avançada, o que os obrigou assim que tinham bola a colocá-la na frente sem muitas mais soluções. Também o comportamento dos extremos me pareceu diferente do costume, com Ola John e Salvio a virem dentro, sem que houvesse ninguém a dar largura.
Neste jogo, deu para perceber também a evidente falta de Gaitán a desequilibrar e de Julio César. Não que Artur tenha comprometido, mas é enorme a insegurança que os próprios colegas têm com ele na baliza, atrasando a bola apenas em casos de máxima segurança, dificultando os lances que podiam ser resolvidos com um atraso no guarda-redes (principalmente Maxi).
Continuo sem perceber porque é que teimamos em ter defesas esquerdos que nem deviam ser considerados jogadores de futebol. Eliseu com 30 anos, mostra uma falta de inteligência acima do normal.
Fomos inferiores ao Sporting e a derrota não era um resultado que não merecêssemos. Mas, tendo o Benfica feito um jogo tão fraco, esperava-se mais oportunidades do Sporting e isso não aconteceu, visto que até o lance do golo surge de um mau passe do Samaris que isolou João Mário.
Acabado o jogo, estamos com 4 pontos de avanço do segundo. Nada está resolvido, mas poderia já estar muito mais facilitado, não fosse a derrota incompreensível em Paços. Estamos na frente, mas este Benfica, se quer ser campeão, precisa de ser muito mais Benfica.

Ps: O Benfica, que não joga nada, empatou em Alvalade e ganhou no dragão. Se jogassem alguma coisa à bola já éramos campeões. ´
PPs: O Artur é mau guarda-redes, mas quem sofre golos do Jardel é o Patrício.
E Pluribus Unum.